Contos Esquecidos

8 de Tarsakh de 1488 CV, Pôr-do-sol

Ammon e Fálbala decidem com os outros no Salão Comunal de Phandalin que é melhor que Sildar Hallwinter, Garaele e Daran Edermath façam vigia na Mansão Tresendar, próximo ao alçapão aonde Jofaram, o Capa Vermelha que haviam interrogado, disse que era a entrada. Enquanto isso, iriam pela entrada do bosque.

A noite já caía quando chegaram ao lugar. Ainda não tinham se recuperado, embora a cura de Garaele os tivesse fortificado. Fálbala encontrou indícios de que pessoas haviam saído do túnel. Sora Verthisalthurgiesh identificou os rastros: três pessoas passaram por ali há meia hora, como mostravam os rastros na neve. Decidiram por entrar de novo nas cavernas da Mansão Tresendar, havia lugares a vasculhar ainda.

Um encontro escarpado

Quando faziam o resgate do baú que Ander Bonecreek havia visto na fenda, Feralas, o Tatuado percebeu uma pequena criatura os observando há distância. Perseguiu e encurralou o pequeno goblin, Droop, um Boca Escarpada que se revelou como mascote dos Capas Vermelhas, sendo maltratado pelos bugbears. Droop contou-lhes das passagens secretas que conhecia e que o Castelo Boca Escarpada ficava na floresta ao norte (entenderam ser a Floresta Neverwinter).

Ammon detectou a presença de mortos-vivos no local e seguiram gritos abafados de uma mulher. Conforme seguiram os gritos, encontraram uma sala onde os Capas Vermelhas estocavam armas, como se preparando para algo maior. Chegaram a uma cripta na parte que já pertencia à Mansão Tresendar e Fálbala e Sora Verthisalthurgiesh lidaram com os esqueletos guardiões. Droop aproveitou a confusão para fugir.

O resgate dos Dendrar

Os gritos vinham de uma porta acessível pela cripta. Lá dentro, encontraram duas mulheres e um garoto. Souberam tratar-se de Mirna Dendrar e seus filhos Nars e Nilsa. Ao saber que o corpo de seu marido havia sido resgatado e que poderia dar-lhe um funeral digno, contou-lhes sobre sua herança, um colar, deixado nas ruínas de Thundertree quando seus antepassados abandonaram a vila após a explosão do Monte Hotenow. Fálbala recusou a recompensa, mas prometeu a Mirna que recuperaria o colar do lugar que agora era um antro perigoso.

Ammon escoltou a família até a caverna, indicando que poderiam escapar pelo túnel. Fálbala entregou um pé-de-cabra para Mirna se defender até estarem a salvo no Salão Comunal.

Seguindo pela porta dupla, Feralas, o Tatuado percebeu uma armadilha no corredor. Usou seu cajado para abrir o chão, revelando a armadilha de fosso. Ander improvisou uma ponte usando a tampa de um dos sarcófagos da família Tresendar e aproveitou para surrupiar o anel sinete da família.

Chegaram a uma cisterna, onde perceberam que a água havia sido mexida e algo retirado de dentro, havia poças d’água ao chão. O acesso dava a um alçapão, onde encontraram Daran Edermath, Garaele e Sildar Hallwinter. Ninguém havia passado por eles. Contaram da família Dendrar e que ainda explorariam mais o lugar antes de ir, mas que se reuniriam no Salão Comunal. Já percebiam que a noite avançava.

Falcão e Rato

8 de Tarsakh de 1488 CV, Crepúsculo

Parando para recuperarem as energias, Ander Bonecreek abriu o baú, revelando uma espada longa em uma bainha decorada em prata com a guarda no formato de asas de ave de rapina, além de moedas antigas, um pergaminho e dois frascos prateados. Ammon tirou a espada da bainha, revelando seu nome esculpido na lâmina: Garra. Ander confirmou que era o brilho mágico da espada que sua magia revelara no fundo da fenda.

Ao explorarem o resto, descobriram um laboratório, provavelmente montado pelo líder dos Capas Vermelhas, Cajado Vítreo. Ander percebeu que os componentes na bancada serviam para fazer uma poção de invisibilidade e Fálbala gritou para formarem uma posição defensiva. Auriel Coldhand conjurou as forças de Mielikki para revelar o invisível com seu Fogo das Fadas, mas nada havia ali, apenas um rato que os observava assustado. O rato correu pra dentro da outra sala.

Enquanto Ander destravava a fechadura, Corrin Greenbottle surrupiou um livro mal colocado nas estantes. Sem saber ler as runas, passou para Fálbala que identificou: runas Dethek no idioma dos anões. Tratava-se do diário de um aventureiro, Urmo, um anão da época do Pacto de Phandelver, detalhando a construção de uma maça, Luminífera, pelos artesãos de Phandelver para clérigos de Lathander.

Atrás da porta encontraram um quarto largado às pressas, com uma porta secreta aberta. Aos pés da cama havia um baú e em cima da mesa, uma carta. Ammon leu a carta para seus amigos.

Carta_Aranha_Negra.jpg

A carta era endereçada a Iarno Albrek, o contato de Sildar Hallwinter que estava desaparecido há dois meses em Phandalin.

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