Contos Esquecidos

A queda de Presa Peçonha

Com a guarnição de Thundertree segura, puderam descansar. Ander Bonecreek e Sora Verthisalthurgiesh obseravaram um bando de encapuzados, que o bruxo identificou como membros do Culto do Dragão, seguindo para a torre de Presa Peçonha.

O Culto do Dragão

Decidindo por segui-los à distância, observaram que todos usavam máscaras com motivos dracônicos e um dos membros levava uma caixa e trazia um frasco amarrado em um cordão ao pescoço. Parecia ser o líder. Os aventureiros colocam-se a subir a colina pelo outro lado, tentando fazer-se ocultos nas folhagens cobertas de cinzas e neve.

O líder dos cultistas, então, invoca o dragão, oferecendo os três diamantes que estavam na caixa para seu tesouro em troca de seus serviços ao Culto, suplicando por sua deusa. O dragão, entretanto, parece não lhes dar a devida atenção, dizendo já estar a par dos acontecimentos que mencionaram. Os cultistas deixam a caixa para que Presa Peçonha a pegue e partem, nunca dando as costas até deixarem a colina de volta às ruas de Thundertree.

O plano

Enquanto discutem o que fazer, Presa Peçonha sai pelo topo da torre e apanha os diamantes. Vendo o tamanho do dragão, menor do que esperavam e do que certamente tinham imaginado quando sua sombra passou por eles em Phandalin, decidem por cercar a torre, com Feralas, o Tatuado subindo pelo alto como uma aranha. Fálbala, sentindo-se responsável pela vida do inexperiente Rufus, manda o jovem ir vigiar os cultistas, que acata mesmo protestando que preferia ficar para ajudar.

Feralas conjura sobre si proteção contra venenos, tendo já visto as escamas do dragão e o vapor esverdeado que saía por suas narinas. Quando chega ao topo quebrado da torre, porém, não esperava ter sido ouvido conjurando a magia: Presa Peçonha o esperava, puxando-o para dentro da torre com suas poderosas mandíbulas.

A trupe corre para dentro da casa da torre, encontrando a porta que leva à torre trancada e aberta pelo ombro de Sora Verthisalthurgiesh, que encontra Feralas em forma de aranha caído no piso. Ander Bonecreek corre para lançar suas magias contra o dragão que esconde-se entre as vigas do teto da torre, mas os três são atingidos pela baforada venenosa do dragão.

Com Sora caída e Feralas destransformado em elfo, o druida torna-se um urso e retira a draconata para fora da torre para que Ammon possa curá-la. Corrin Greenbottle salta para dentro da torre e arremessa uma kunai no rosto de Presa Peçonha. Com Sora já reerguida, o paladino e a ranger correm para a torre, subindo as escadas, para confrontar o dragão corpo-a-corpo. Presa Peçonha escapa pelo buraco do teto e tenta forçar a torre para que caia.

Fálbala e os outros se direcionam para fora da torre para distrair o dragão com seus ataques e atraem sua atenção. Ander serve de isca e escapa de seus ataques usando o Cajado da Defesa de Cajado Vítreo. Fálbala dispara uma flecha explosiva certeira no ombro do dragão. A explosão faz com que o teto da casa desabe e leve a criatura consigo. Ammon e Sora saltam do topo da torre para cair em cima de Presa Peçonha nos escombros, mas o paladino não consegue, sendo empurrado por uma das asas do dragão. A ranger, entretanto, enterra sua espada.

Corrin e Feralas correm para dentro da casa para atacar o dragão, que derruba Sora de suas costas com uma mordida e ergue Feralas, em forma de urso, do chão em vôo. O druida usa seus poderosos braços de urso para inverter o golpe, dobrando as asas do dragão e fazendo ambos caírem em direção ao chão. A pancada deixa Presa Peçonha atordoado, fato que o halfling monge explora e com seus golpes desenvolvidos no estilo hin e do mestre bêbado, põe fim à ameaça do dragão.

O inesperado retorno

Quando procuravam estabilizar os ferimentos de Sora e contar o tesouro do dragão na torre, a elfa arqueira vê Rufus correndo ofegante colina acima. O gigante ruivo chamado de Anão cai no meio do caminho, e os olhos da elfa fitam a adaga cerimonial em suas costas.

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Explorando Thundertree

Corrin Greenbottle teve uma ânsia de vômito e botou para fora várias aranhas pequenas com sua bile, mas pelo menos seus membros voltaram ao normal. Exausto, pôs-se a descansar.

Enquanto isso, Feralas, o Tatuado foi enterrar o elfo que encontraram morto no casulo das aranhas. Quando se aproximou das árvores que subiam a colina, uma coisa grande chamou sua atenção: corpos de duas aranhas gigantes, não as que tinham matado, mas outras. Chamou Fálbala e Ander Bonecreek para investigarem.

Os ferimentos nas aranhas pareciam ter sido feitos por garras e dentes do tamanho de adagas. O odor acre também ajudava-os a determinar que o dragão as tinha matado, e os corpos jogados ali, como por aviso, mostravam que foi por esporte e não para se alimentar.

Com o elfo enterrado, seguiram para a praça de Thundertree, com a estátua de madeira de um guerreiro. Lá, foram atacados por mais galhos secos que saíam de sua camuflagem na vegetação que cobria as casas.

A guarnição da vila

O prédio da guarnição parecia ter resistido bem à passagem do tempo. Havia um terraço com parapeito e Ander determinou que era um bom lugar para se prepararem para enfrentar o dragão. O prédio tinha seteiras, por onde o bruxo enviou seu corvo Edgar e enxergou os zumbis.

Sora Verthisalthurgiesh e Corrin entraram para atacar os zumbis, mas para sua surpresa, quando atacados suas cinzas se espalhavam em uma nuvem, dificultando a respiração. Tiveram a ideia de atraí-los para um corredor da morte na porta da guarnição, desse modo conseguindo derrotá-los.

Os móveis do lugar eram suficientes para que pudessem dormir. Encontraram fardas antigas e armaduras de cota de malha enferrujadas, mas não havia nenhum mantimento que tivesse resistido ao tempo.

Esse, a construção de Thundertree que mais parecia ter resistido ao tempo, seria sua base para se prepararem contra Presa Peçonha. Não era o lugar ideal, mas era o mais seguro que tinham naquele momento.

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Perigos em Thundertree

A viagem para Thundertree transcorreu sem maiores problemas. No primeiro dia, um vento frio soprava das Montanhas da Espada. No segundo dia, o aumento de temperatura trouxe a chuva, mas ao final do terceiro dia de viagem já tinham outra queda de temperatura, que transformou a precipitação em neve. Antes de acamparem, puderam divisar as ruínas cobertas de cinzas, mas também uma estranha vegetação que tomava o lugar.

Estavam ali para encontrar o druida que Qelline Alderleaf havia lhes indicado como a única pessoa que saberia encontrar as Mina de Phandelver. Também em Thundertree estava a herança de Mirna Dendrar, no boticário que pertencia à sua família.

22 de Tarsakh de 1488 CV, Bem Claro

Já em Bem Claro adentram o perímetro de Thundertree. Feralas, o Tatuado e Sora Verthisalthurgiesh estranhavam aquela vegetação. Para uma vila abandonada em 1451 CV pela explosão do Monte Hotenow, a vegetação não parecia ter crescido como o esperado. E mesmo no fim do inverno mostrava-se viçosa.

Encontro com o maltrapilho

Uma placa os esperava na entrada sul: “Perigo! Plantas monstro e mortos-vivos!”. Sora percebeu uma trilha de dentes de lagarto que dava a volta em uma casa, uma das poucas estruturas de Thundertree intactas, com as janelas cobertas por tábuas pregadas. Quando terminaram de dar a volta na casa seguindo a trilha, Feralas desviou de um ataque inesperado. Um cajado passou por sua cabeça, brandido por um homem sujo, coberto de lama no rosto, com gamos saindo dos cabelos.

Prontamente o elfo perguntou se era Reidoth, o que deixou o druida perplexo por saberem quem era. Apresentaram-se como amigos de Qelline Alderleaf. O druida os examinou. Em Sora, disse ver uma caçadora cuja história da raça resolveria seu problema. Em Fálbala viu a terra de Ixinos, deixando a elfa surpresa com o comentário. Em Rufus reconheceu o amigo de Phandalin.

Reidoth explicou-lhes o motivo da vegetação anômala em Thundertree: a presença de um dragão verde, Presa Peçonha. Há algum tempo o dragão havia se instalado ali, na torre na colina da vila. As plantas começaram a se modificar, dando lugar a variantes venenosas. Prometeu-lhes guiá-los até a Mina de Phandelver, que considerava um local fácil de achar se as pessoas ouvissem o som da terra, se conseguissem tirar o dragão dali, da maneira que fosse possível.

Feralas e Fálbala perceberam que Rufus estava um pouco apreensivo com a história do dragão. O homem tremia mais que vara verde. Ander Bonecreek votou por deixar o ruivo com suas coisas que carregavam e que Reidoth seguisse com eles, mas foram perturbados pelo ataque de galhos secos.

Após destruírem seus atacantes, Feralas percebeu que o ruivo parecia ser mais novo do que dizia. Descobriram que ele tinha apenas 16 anos, e todos o julgavam mais velho por seu tamanho, força e barba (ainda que ele reclamasse que a atual era curta). Mas com Reidoth machucado pelo ataque dos Galhos e recolhendo-se para se curar, o ruivo prometera cobrir-lhes a retaguarda, recusando-se a deixar seus amigos.

Descarregaram sua carroça e deixaram o burro com Reidoth, para melhor proteção. Porém, no processo, Corrin Greenbottle foi transferir parte da bebida mágica para seu odre e acidentalmente aspirou os vapores. Suas mãos incharam e dela saíram pelos grossos. Seu toque estava pegajoso, como patas de aranha.

Oito patas puxando as cordas

Após ouvir o que Sora tinha a dizer sobre como seus antepassados matavam dragões em Abeir, Ander decidiu que o melhor local para armarem uma estratégia seria o posto da guarda na praça de Thundertree, um dos poucos lugares ainda de pé.

No caminho, os olhos amplificados pelo poder da Rainha de Rapina do bruxo captaram as cinzas e neve paradas no ar, disfarçadas pela neve que caía. Segurou feralas antes que o elfo se enroscasse nas teias que ali estavam, disfarçadas. Acendendo uma tocha, queimou a armadilha e as aranhas saíram do prédio.

A primeira saltou em cima de Corrin. O halfling usou seu cajado para atacar a aranha e desferiu diversos golpes em seu abdômen antes de rolar para fora de seu alcance. Suas mãos, já transformadas pela bebida, sofreram outra alteração, tornando-se de fato patas de aranha, tendo dificuldade para segurar seu cajado. Ander protegeu-se usando o Cajado da Defesa de uma teia que a outra aranha disparou.

Feralas falou na língua das aranhas, brandindo a tocha de Ander para afastá-las e convencê-las de que eram mais mortais que pareciam. As aranhas duvidaram de suas palavras e o condenaram a ter ossos limpos e secar em casulo. Feralas transfigurou-se em uma aranha gigante para poder lutar de igual para igual, mantendo suas tatuagens, o que o diferenciava para seus amigos.

Fálbala e Sora atacaram aranha que estava ao chão. Rufus veio correndo com seu machado e deu o derradeiro golpe. Corrin aproveitou as patas de aranha para subir mais facilmente na casa e enfrentar a aranha que disparava teias. Porém, no duelo, foi mordido e o veneno o deixou bem abalado.

Foi Fálbala que o impediu de ser mordido novamente, terminando com a aranha quando Feralas já subia para ajudar o amigo halfling. Sora administrou uma poção de cura para os ferimentos do monge, mas nada de efeito teve sobre sua transformação. O halfling começava a ficar preocupado, ainda tinha o cavanhaque que o gole anterior da bebida havia lhe conferido. Que mais transformações poderiam lhe ocorrer?

Dentro da casa, Ander encontrou um corpo enrolado em teia. Abrindo o casulo, descobriu ser um elfo, já ressequido, seus fluídos drenados pela aranha. Não poderia precisar há quanto tempo o elfo havia morrido e difícil seria dizer quem era.

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Uma pausa para bebidas e lutas

18 de Tarsakh de 1488 CV

Chegam em Phandalin com Gundren Rockseeker. Descansam na estalagem Stonehill, onde Ander Bonecreek descobre haver um barril de bebida mágica.

Luta de Feralas, o Tatuado contra Rufus. Fálbala o convida para o grupo.

Discutem com Gundren Rockseeker sobre a validade de seu direito à Mina de Phandelver, sobre a ganância do anão e sobre a posição dos outros membros da vila com isso. A presença de doppelgangers é um fator preocupante, assim como a amnésia de Gundren.

Fálbala manda uma carta para seu marido e filhos pelo mensageiro da Aliança dos Lordes.

19 de Tarsakh de 1488 CV

Partem com Rufus para Thundertree.

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Investigando o Poço Velha Coruja

A ideia era se esconderem e deixarem os orcs chegarem para ver o que queriam, mas Ammon não era muito conhecido pelas suas habilidades furtivas. Vendo-se alvo dos quatro batedores, usou seus poderes infernais para tentar intimidá-los. Os orcs pronunciaram-lhe um desafio: seu campeão contra ele.

Os orcs batiam seus pés ritmados no chão, entoando o nome de seu campeão em luta contra o tiefling. Quando no meio do combate Ammon usou seus poderes paladinescos para iluminar suas espada, os orcs gritaram e se assustaram e o atacaram. Auriel Coldhand, Corrin Greenbottle e Feralas, o Tatuado partiram em auxílio do paladino, matando os orcs.

No fundo do poço

Decidindo mergulhar no poço, Ammon tenta atingir o fundo, mas quase se afoga. Fálbala, gabando-se de seu fôlego, consegue ver bem o túnel na abertura do encanamento, mas precisa subir para pegar mais ar.

Nisso, vëem um meteorito cair na direção das Colinas Metal Estelar. Auriel recebe uma visão sobre enormes criaturas em conflito na região onde estão. Mas esses acontecimentos não tiram sua determinação em descobri o que há no fundo do poço.

Puxando mais ar, Fálbala consegue adentrar o túnel e descobre um bolsão de ar. Olhando mais atentamente, percebe que não é uma caverna, mas uma estrutura criada por mãos mortais. Ela encontra um cristal caído no chão, coloca no bolso e se assusta com o que vê à sua frente: uma enorme massa de carne em forta de globo, flutuando com tentáculos com bocarras e tentáculos com olhos.

Assustada, Fálbala se joga na água e tenta nadar para a superfície, mas, sem fôlego, começa a se afogar e puxa a corda para que seus amigos a salvem. Içada por Ammon, é Ander que lhe tira a água dos pulmões e a ressuscita.

Quando a elfa volta a si, ela percebe os corpos de goblins. Enquanto ela estava investigando o túnel, foram atacados por goblins da Boca Escarpada. Fálbala mostra o cristal negro para Ander, que não o reconhece.

Viagem para o Castelo Boca Escarpada

Decidindo que os goblins se tornaram um empecilho maior, decidem deixar para investigar os orcs da Pedra do Wyvern em outro momento. Precisavam salvar Gundren Rockseeker e acabar com esses ataques.

16 de Tarsakh de 1488 CV

Guiados por Sora Verthisalthurgiesh, chegam ao Castelo Boca Escarpada ao cair da noite.

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Meditações

O mago que capturaram se apresentou como Hamun Kost, um Mago Vermelho de Thay arqueólogo com uma carta de permissão para explorar o local do Poço Velha Coruja. Ander Bonecreek, sem conseguir controlar sua raiva de magos pela tortura que sofreu na Torre Sede da Arcana da Irmandade Arcana em Luskan, atacou o mago, que tentou paralisá-lo para evitar a própria morte. Mas era tarde para ele, Feralas, o Tatuado e Ander o mataram e terminaram com os zumbis restantes, queimando os corpos em uma pilha.

13 de Tarsakh de 1488 CV

Sentem um vento sinistro de madrugada e Ammon medita sobre a morte que deram ao mago. Pela manhã, Feralas entra em comunhão com Silvanus deitando-se em uma árvore próxima. Pergunta ao Pai Carvalho sobre as mudanças climáticas que assolam Toril, como esse inverno mais rigoroso e demorado. As palavras do Pai Carvalho lhe alentam que as mudanças são temporárias e que há outras coisas mais importantes em jogo. Feralas vê o rosto de Auriel Coldhand nas folhas do Pai Carvalho e acorda de sua meditação com a meio-elfa o observando. Ela seguiu um rastro com o canto dos olhos, algo que lhe escapava a visão direta e acabou encontrando com Feralas meditando.

Com o sol, puderam observar no fundo de um dos poços um encanamento levando a uma abertura alagada. Sem ter como descer, Ander envia Edgar para vigiar os arredores e acabam encontrando batedores orcs indo em direção ao Poço.

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Negócios com a banshee

11 de Tarsakh de 1488 CV

O último Capa Vermelha capturado, Pennet. foi interrogado pelos aventureiros. Queriam saber quem era o Aranha Negra que lhes dava ordens, mas o homem não sabia, só recebiam ordens vindas dos bugbeas da Boca Escarpada. Corrin Greenbottle o intimidou a mudar de vida, indicando um monastério para o qual deveria se dirigir. Auriel Coldhand, com pena do homem posto a peregrinar sem nenhuma posse, deu-lhe um bom fruto para que tivesse um dia de alimento.

À noite acamaparam no Salão Comunal de Conyberry, onde cozinharam, jogaram, tocaram músicas e se divertiram. Há muito tempo não conseguiam parar para descansar sem o peso do dia seguinte. Haviam vingado a morte de Thel Dendrar e davam um passo a mais na direção de saber quem era o Aranha Negra que ameaçava Phandalin.

Mas esse descanso foi interrompido por uma brisa fria e uma sensação ruim. Sora Verthisalthurgiesh sentiu um poderoso morto-vivo os observando e quando foi para fora, viu um vulto branco se esgueirando para dentro da Floresta Neverwinter pela trilha que levava ao covil da banshee.

12 de Tarsakh de 1488 CV

Cedo levantaram e seguiram pela trilha ao covil de Agatha. Perceberam as armadilhas no caminho e se sentiram observados. Alguns ursos-coruja os observavam pelo trajeto. Ao chegarem no covil de Agatha, Ander Bonecreek observou com sua magia uma grande emanação arcana de itens mágicos e fez uma nota mental de retornar àquele lugar.

A aparição da banshee prometia-lhes a morte pela intromissão e torturas inimagináveis que apenas os mortos poderiam causar aos vivos. Porém, estavam de posse do pente dado por Garaele e esse presente amansou a banshee. Agatha deu-lhes então a informação de onde estava o grimório de Bowgentle: Tsernoth, um necromante de Iriaebor, há 100 anos o tinha em sua posse.

Agatha expulsou os aventureiros após ter respondido sua pergunta, a [unica que o presente lhes dava direito. Partiram então em direção ao Poço Velha Coruja’.

À noite chegam nas ruínas do posto de parada de caravanas do Poço Velha Coruja. Muitas foram as facções que disputaram aquele ponto, seus 3 poços ainda funcionais, ligados a um lençol freático que era essencial para o reabastecimento de caravanas. Nas ruínas, a paliçada original resistia às intempéries e uma torre jazia em ruínas. Porém, o local não estava vazio: Sora sentia a presença de mortos-vivos, que Daran Edermath havia lhes alertado terem sido vistos próximos ao local, e perceberam uma tenda.

Ander enviou seu corvo Edgar para investigar a tenda e o animal familiar foi morto por um mago que estava lá dentro. Percebeu pelos olhos do animal o interior da tenda e as tatuagens do mago. Elaboraram um plano para atacar, mas quando se posicionavam, a armadura de Ammon fez barulho e acabou atraindo os zumbis.

Subindo na paliçada, atacaram atraindo os zumbis.O poder divino de Ammon afastava alguns deles. O barulho da batalha e das magias invocadas atraiu o mago para fora de sua tenda gritando, porém nenhum som saía de sua boca: Ander havia coberto sua tenda e a área ao redor com uma magia de silêncio.

Vendo seus servos mortos-vivos serem dizimados por um grupo desconhecido de atacantes, o mago se pôs a correr, mas uma flecha de Fálbala o impede de correr muito distante. Já fora da zona de silêncio, ordenou que os zumbis parassem de atacar, ganhando assim a atenção de todos e a possibilidade de barganhar por sua vida.

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