Contos Esquecidos

O Culto do Dragão ataca

Com Rufus caído com a faca nas costas, Fálbala e os outros viram os cultistas subindo o caminho da colina correndo, gritando pela morte do dragão. Ouviam suas vozes berrando por sua Rainha e os gemidos e grunhidos dos seus mortos-vivos. Havia um necromante entre eles.

Com a aproximação dos cultistas e seus zumbis, Corrin Greenbottle arremessou uma de suas adagas na garganta de um dos mortos-vivos e saltou para dentro dos escombros da casa, poderiam se proteger melhor lá. Todos seguiram seu exemplo, buscando fugir dos inimigos que em frenesi cada vez chegavam mais perto.

Ander Bonecreek, Fálbala e Auriel Coldhand foram pegos por uma escuridão conjurada pelo necromante, o mesmo que viram carregando os diamantes para Presa Peçonha. Os zumbis e cultistas atacavam de dentro da escuridão e o escudo de Auriel trabalhava em proteger seu corpo dos ataques. Ander conseguiu tatear as paredes da casa até encontrar-se fora da escuridão.

Quando menos perceberam, a escuridão foi substituída por um miasma que queimava suas narinas e forçava-os a tossir. A meio-elfa conseguiu escapar para dentro da casa, mas um cultista e um zumbi seguiram em seu encalço. Feralas, o Tatuado conjurou as vinhas de Silvanus para deter o avanço dos inimigos dentro da casa. O druida e o bruxo então partiram para buscar uma posição dentro da torre do dragão para poderem atacar com segurança.

Fora da casa, a elfa arqueira buscava desviar dos ataques dos zumbis e cultistas para alvejar o necromante, que estava próximo ao corpo de Rufus. Foi quando o halfling e Ammon partiram para ajudá-la, atraindo a atenção dos mortos-vivos.

O necromante usava suas magias contra a elfa, mas Fálbala acertava suas flechas uma atrás da outra no mago. Ammon cortou um dos zumbis ao meio usando suas chamas dos Nove Infernos que inflamaram sua espada. As flechas de Feralas e os disparos de Ander ajudavam Corrin a derrotar os outros. Auriel protegia-se atrás de seu escudo enquanto o último zumbi era aos poucos destruído por seu raio lunar.

O necromante caiu com a última flecha certeira de Fálbala. Enquanto ela corria para tentar recuperar a vida de Rufus, já achando que o ruivo estava fora do alcance de suas habilidades pelo tempo que demoraram na batalha contra o Culto do Dragão, descobriu que ele estava se fingindo de morto, ficando quieto e parado, como a elfa o havia instruído quando partiram para atacar Presa Peçonha.

A elfa abraçou o jovem chamado de O Anão e puderam finalmente recolher o tesouro de Presa Peçonha e lamber suas feridas. Reidoth aproximou-se surpreso com o feito dos aventureiros. Não esperava que fossem acabar com a ameaça do dragão definitivamente. Como parte do seu acordo, marcou em seu mapa o caminho para a mina do Pacto de Phandelver e mostrou-lhes que as estranhas plantas que cobriam Thundertree começavam a recuar com a morte do dragão.

23 de Tarsakh de 1488 CV

Com o acampamento erguido, puderam descansar e preparavam-se para partir para alguma cidade onde pudessem aliviar o peso de sua carroça, com o tesouro que acumularam e reabastecerem-se para recuperar a mina que era por direito dos irmãos Gundren Rockseeker, Nundro Rockseeker e Tharden Rockseeker.

Mas ouviram os passos pesados e uma sensação aterradora em seus corações. Algo sobrenatural acontecia e puderam ver saindo da mata que ainda cobria Thundertree um corpo reptiliano e duas enormes cabeças de babuíno dividindo o corpo. O rugido das cabeças entrava em suas mentes e seus corações, suas mãos tremiam e não sentiam mais esperança ou qualquer outro sentimento.

Acordaram assustados e suados, mesmo naquela fria noite de fim de inverno que já se arrastava por mais um mês. Entreolharam-se assustados, mesmo aqueles que estavam de guarda tiveram a visão, um sonho coletivo.

Que forças misteriosas agiam em Faerûn e atraíam a atenção de nossos heróis?

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A queda de Presa Peçonha

Com a guarnição de Thundertree segura, puderam descansar. Ander Bonecreek e Sora Verthisalthurgiesh obseravaram um bando de encapuzados, que o bruxo identificou como membros do Culto do Dragão, seguindo para a torre de Presa Peçonha.

O Culto do Dragão

Decidindo por segui-los à distância, observaram que todos usavam máscaras com motivos dracônicos e um dos membros levava uma caixa e trazia um frasco amarrado em um cordão ao pescoço. Parecia ser o líder. Os aventureiros colocam-se a subir a colina pelo outro lado, tentando fazer-se ocultos nas folhagens cobertas de cinzas e neve.

O líder dos cultistas, então, invoca o dragão, oferecendo os três diamantes que estavam na caixa para seu tesouro em troca de seus serviços ao Culto, suplicando por sua deusa. O dragão, entretanto, parece não lhes dar a devida atenção, dizendo já estar a par dos acontecimentos que mencionaram. Os cultistas deixam a caixa para que Presa Peçonha a pegue e partem, nunca dando as costas até deixarem a colina de volta às ruas de Thundertree.

O plano

Enquanto discutem o que fazer, Presa Peçonha sai pelo topo da torre e apanha os diamantes. Vendo o tamanho do dragão, menor do que esperavam e do que certamente tinham imaginado quando sua sombra passou por eles em Phandalin, decidem por cercar a torre, com Feralas, o Tatuado subindo pelo alto como uma aranha. Fálbala, sentindo-se responsável pela vida do inexperiente Rufus, manda o jovem ir vigiar os cultistas, que acata mesmo protestando que preferia ficar para ajudar.

Feralas conjura sobre si proteção contra venenos, tendo já visto as escamas do dragão e o vapor esverdeado que saía por suas narinas. Quando chega ao topo quebrado da torre, porém, não esperava ter sido ouvido conjurando a magia: Presa Peçonha o esperava, puxando-o para dentro da torre com suas poderosas mandíbulas.

A trupe corre para dentro da casa da torre, encontrando a porta que leva à torre trancada e aberta pelo ombro de Sora Verthisalthurgiesh, que encontra Feralas em forma de aranha caído no piso. Ander Bonecreek corre para lançar suas magias contra o dragão que esconde-se entre as vigas do teto da torre, mas os três são atingidos pela baforada venenosa do dragão.

Com Sora caída e Feralas destransformado em elfo, o druida torna-se um urso e retira a draconata para fora da torre para que Ammon possa curá-la. Corrin Greenbottle salta para dentro da torre e arremessa uma kunai no rosto de Presa Peçonha. Com Sora já reerguida, o paladino e a ranger correm para a torre, subindo as escadas, para confrontar o dragão corpo-a-corpo. Presa Peçonha escapa pelo buraco do teto e tenta forçar a torre para que caia.

Fálbala e os outros se direcionam para fora da torre para distrair o dragão com seus ataques e atraem sua atenção. Ander serve de isca e escapa de seus ataques usando o Cajado da Defesa de Cajado Vítreo. Fálbala dispara uma flecha explosiva certeira no ombro do dragão. A explosão faz com que o teto da casa desabe e leve a criatura consigo. Ammon e Sora saltam do topo da torre para cair em cima de Presa Peçonha nos escombros, mas o paladino não consegue, sendo empurrado por uma das asas do dragão. A ranger, entretanto, enterra sua espada.

Corrin e Feralas correm para dentro da casa para atacar o dragão, que derruba Sora de suas costas com uma mordida e ergue Feralas, em forma de urso, do chão em vôo. O druida usa seus poderosos braços de urso para inverter o golpe, dobrando as asas do dragão e fazendo ambos caírem em direção ao chão. A pancada deixa Presa Peçonha atordoado, fato que o halfling monge explora e com seus golpes desenvolvidos no estilo hin e do mestre bêbado, põe fim à ameaça do dragão.

O inesperado retorno

Quando procuravam estabilizar os ferimentos de Sora e contar o tesouro do dragão na torre, a elfa arqueira vê Rufus correndo ofegante colina acima. O gigante ruivo chamado de Anão cai no meio do caminho, e os olhos da elfa fitam a adaga cerimonial em suas costas.

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Explorando Thundertree

Corrin Greenbottle teve uma ânsia de vômito e botou para fora várias aranhas pequenas com sua bile, mas pelo menos seus membros voltaram ao normal. Exausto, pôs-se a descansar.

Enquanto isso, Feralas, o Tatuado foi enterrar o elfo que encontraram morto no casulo das aranhas. Quando se aproximou das árvores que subiam a colina, uma coisa grande chamou sua atenção: corpos de duas aranhas gigantes, não as que tinham matado, mas outras. Chamou Fálbala e Ander Bonecreek para investigarem.

Os ferimentos nas aranhas pareciam ter sido feitos por garras e dentes do tamanho de adagas. O odor acre também ajudava-os a determinar que o dragão as tinha matado, e os corpos jogados ali, como por aviso, mostravam que foi por esporte e não para se alimentar.

Com o elfo enterrado, seguiram para a praça de Thundertree, com a estátua de madeira de um guerreiro. Lá, foram atacados por mais galhos secos que saíam de sua camuflagem na vegetação que cobria as casas.

A guarnição da vila

O prédio da guarnição parecia ter resistido bem à passagem do tempo. Havia um terraço com parapeito e Ander determinou que era um bom lugar para se prepararem para enfrentar o dragão. O prédio tinha seteiras, por onde o bruxo enviou seu corvo Edgar e enxergou os zumbis.

Sora Verthisalthurgiesh e Corrin entraram para atacar os zumbis, mas para sua surpresa, quando atacados suas cinzas se espalhavam em uma nuvem, dificultando a respiração. Tiveram a ideia de atraí-los para um corredor da morte na porta da guarnição, desse modo conseguindo derrotá-los.

Os móveis do lugar eram suficientes para que pudessem dormir. Encontraram fardas antigas e armaduras de cota de malha enferrujadas, mas não havia nenhum mantimento que tivesse resistido ao tempo.

Esse, a construção de Thundertree que mais parecia ter resistido ao tempo, seria sua base para se prepararem contra Presa Peçonha. Não era o lugar ideal, mas era o mais seguro que tinham naquele momento.

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Perigos em Thundertree

A viagem para Thundertree transcorreu sem maiores problemas. No primeiro dia, um vento frio soprava das Montanhas da Espada. No segundo dia, o aumento de temperatura trouxe a chuva, mas ao final do terceiro dia de viagem já tinham outra queda de temperatura, que transformou a precipitação em neve. Antes de acamparem, puderam divisar as ruínas cobertas de cinzas, mas também uma estranha vegetação que tomava o lugar.

Estavam ali para encontrar o druida que Qelline Alderleaf havia lhes indicado como a única pessoa que saberia encontrar as Mina de Phandelver. Também em Thundertree estava a herança de Mirna Dendrar, no boticário que pertencia à sua família.

22 de Tarsakh de 1488 CV, Bem Claro

Já em Bem Claro adentram o perímetro de Thundertree. Feralas, o Tatuado e Sora Verthisalthurgiesh estranhavam aquela vegetação. Para uma vila abandonada em 1451 CV pela explosão do Monte Hotenow, a vegetação não parecia ter crescido como o esperado. E mesmo no fim do inverno mostrava-se viçosa.

Encontro com o maltrapilho

Uma placa os esperava na entrada sul: “Perigo! Plantas monstro e mortos-vivos!”. Sora percebeu uma trilha de dentes de lagarto que dava a volta em uma casa, uma das poucas estruturas de Thundertree intactas, com as janelas cobertas por tábuas pregadas. Quando terminaram de dar a volta na casa seguindo a trilha, Feralas desviou de um ataque inesperado. Um cajado passou por sua cabeça, brandido por um homem sujo, coberto de lama no rosto, com gamos saindo dos cabelos.

Prontamente o elfo perguntou se era Reidoth, o que deixou o druida perplexo por saberem quem era. Apresentaram-se como amigos de Qelline Alderleaf. O druida os examinou. Em Sora, disse ver uma caçadora cuja história da raça resolveria seu problema. Em Fálbala viu a terra de Ixinos, deixando a elfa surpresa com o comentário. Em Rufus reconheceu o amigo de Phandalin.

Reidoth explicou-lhes o motivo da vegetação anômala em Thundertree: a presença de um dragão verde, Presa Peçonha. Há algum tempo o dragão havia se instalado ali, na torre na colina da vila. As plantas começaram a se modificar, dando lugar a variantes venenosas. Prometeu-lhes guiá-los até a Mina de Phandelver, que considerava um local fácil de achar se as pessoas ouvissem o som da terra, se conseguissem tirar o dragão dali, da maneira que fosse possível.

Feralas e Fálbala perceberam que Rufus estava um pouco apreensivo com a história do dragão. O homem tremia mais que vara verde. Ander Bonecreek votou por deixar o ruivo com suas coisas que carregavam e que Reidoth seguisse com eles, mas foram perturbados pelo ataque de galhos secos.

Após destruírem seus atacantes, Feralas percebeu que o ruivo parecia ser mais novo do que dizia. Descobriram que ele tinha apenas 16 anos, e todos o julgavam mais velho por seu tamanho, força e barba (ainda que ele reclamasse que a atual era curta). Mas com Reidoth machucado pelo ataque dos Galhos e recolhendo-se para se curar, o ruivo prometera cobrir-lhes a retaguarda, recusando-se a deixar seus amigos.

Descarregaram sua carroça e deixaram o burro com Reidoth, para melhor proteção. Porém, no processo, Corrin Greenbottle foi transferir parte da bebida mágica para seu odre e acidentalmente aspirou os vapores. Suas mãos incharam e dela saíram pelos grossos. Seu toque estava pegajoso, como patas de aranha.

Oito patas puxando as cordas

Após ouvir o que Sora tinha a dizer sobre como seus antepassados matavam dragões em Abeir, Ander decidiu que o melhor local para armarem uma estratégia seria o posto da guarda na praça de Thundertree, um dos poucos lugares ainda de pé.

No caminho, os olhos amplificados pelo poder da Rainha de Rapina do bruxo captaram as cinzas e neve paradas no ar, disfarçadas pela neve que caía. Segurou feralas antes que o elfo se enroscasse nas teias que ali estavam, disfarçadas. Acendendo uma tocha, queimou a armadilha e as aranhas saíram do prédio.

A primeira saltou em cima de Corrin. O halfling usou seu cajado para atacar a aranha e desferiu diversos golpes em seu abdômen antes de rolar para fora de seu alcance. Suas mãos, já transformadas pela bebida, sofreram outra alteração, tornando-se de fato patas de aranha, tendo dificuldade para segurar seu cajado. Ander protegeu-se usando o Cajado da Defesa de uma teia que a outra aranha disparou.

Feralas falou na língua das aranhas, brandindo a tocha de Ander para afastá-las e convencê-las de que eram mais mortais que pareciam. As aranhas duvidaram de suas palavras e o condenaram a ter ossos limpos e secar em casulo. Feralas transfigurou-se em uma aranha gigante para poder lutar de igual para igual, mantendo suas tatuagens, o que o diferenciava para seus amigos.

Fálbala e Sora atacaram aranha que estava ao chão. Rufus veio correndo com seu machado e deu o derradeiro golpe. Corrin aproveitou as patas de aranha para subir mais facilmente na casa e enfrentar a aranha que disparava teias. Porém, no duelo, foi mordido e o veneno o deixou bem abalado.

Foi Fálbala que o impediu de ser mordido novamente, terminando com a aranha quando Feralas já subia para ajudar o amigo halfling. Sora administrou uma poção de cura para os ferimentos do monge, mas nada de efeito teve sobre sua transformação. O halfling começava a ficar preocupado, ainda tinha o cavanhaque que o gole anterior da bebida havia lhe conferido. Que mais transformações poderiam lhe ocorrer?

Dentro da casa, Ander encontrou um corpo enrolado em teia. Abrindo o casulo, descobriu ser um elfo, já ressequido, seus fluídos drenados pela aranha. Não poderia precisar há quanto tempo o elfo havia morrido e difícil seria dizer quem era.

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Uma pausa para bebidas e lutas

18 de Tarsakh de 1488 CV

Chegam em Phandalin com Gundren Rockseeker. Descansam na estalagem Stonehill, onde Ander Bonecreek descobre haver um barril de bebida mágica.

Luta de Feralas, o Tatuado contra Rufus. Fálbala o convida para o grupo.

Discutem com Gundren Rockseeker sobre a validade de seu direito à Mina de Phandelver, sobre a ganância do anão e sobre a posição dos outros membros da vila com isso. A presença de doppelgangers é um fator preocupante, assim como a amnésia de Gundren.

Fálbala manda uma carta para seu marido e filhos pelo mensageiro da Aliança dos Lordes.

19 de Tarsakh de 1488 CV

Partem com Rufus para Thundertree.

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Investigando o Poço Velha Coruja

A ideia era se esconderem e deixarem os orcs chegarem para ver o que queriam, mas Ammon não era muito conhecido pelas suas habilidades furtivas. Vendo-se alvo dos quatro batedores, usou seus poderes infernais para tentar intimidá-los. Os orcs pronunciaram-lhe um desafio: seu campeão contra ele.

Os orcs batiam seus pés ritmados no chão, entoando o nome de seu campeão em luta contra o tiefling. Quando no meio do combate Ammon usou seus poderes paladinescos para iluminar suas espada, os orcs gritaram e se assustaram e o atacaram. Auriel Coldhand, Corrin Greenbottle e Feralas, o Tatuado partiram em auxílio do paladino, matando os orcs.

No fundo do poço

Decidindo mergulhar no poço, Ammon tenta atingir o fundo, mas quase se afoga. Fálbala, gabando-se de seu fôlego, consegue ver bem o túnel na abertura do encanamento, mas precisa subir para pegar mais ar.

Nisso, vëem um meteorito cair na direção das Colinas Metal Estelar. Auriel recebe uma visão sobre enormes criaturas em conflito na região onde estão. Mas esses acontecimentos não tiram sua determinação em descobri o que há no fundo do poço.

Puxando mais ar, Fálbala consegue adentrar o túnel e descobre um bolsão de ar. Olhando mais atentamente, percebe que não é uma caverna, mas uma estrutura criada por mãos mortais. Ela encontra um cristal caído no chão, coloca no bolso e se assusta com o que vê à sua frente: uma enorme massa de carne em forta de globo, flutuando com tentáculos com bocarras e tentáculos com olhos.

Assustada, Fálbala se joga na água e tenta nadar para a superfície, mas, sem fôlego, começa a se afogar e puxa a corda para que seus amigos a salvem. Içada por Ammon, é Ander que lhe tira a água dos pulmões e a ressuscita.

Quando a elfa volta a si, ela percebe os corpos de goblins. Enquanto ela estava investigando o túnel, foram atacados por goblins da Boca Escarpada. Fálbala mostra o cristal negro para Ander, que não o reconhece.

Viagem para o Castelo Boca Escarpada

Decidindo que os goblins se tornaram um empecilho maior, decidem deixar para investigar os orcs da Pedra do Wyvern em outro momento. Precisavam salvar Gundren Rockseeker e acabar com esses ataques.

16 de Tarsakh de 1488 CV

Guiados por Sora Verthisalthurgiesh, chegam ao Castelo Boca Escarpada ao cair da noite.

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Meditações

O mago que capturaram se apresentou como Hamun Kost, um Mago Vermelho de Thay arqueólogo com uma carta de permissão para explorar o local do Poço Velha Coruja. Ander Bonecreek, sem conseguir controlar sua raiva de magos pela tortura que sofreu na Torre Sede da Arcana da Irmandade Arcana em Luskan, atacou o mago, que tentou paralisá-lo para evitar a própria morte. Mas era tarde para ele, Feralas, o Tatuado e Ander o mataram e terminaram com os zumbis restantes, queimando os corpos em uma pilha.

13 de Tarsakh de 1488 CV

Sentem um vento sinistro de madrugada e Ammon medita sobre a morte que deram ao mago. Pela manhã, Feralas entra em comunhão com Silvanus deitando-se em uma árvore próxima. Pergunta ao Pai Carvalho sobre as mudanças climáticas que assolam Toril, como esse inverno mais rigoroso e demorado. As palavras do Pai Carvalho lhe alentam que as mudanças são temporárias e que há outras coisas mais importantes em jogo. Feralas vê o rosto de Auriel Coldhand nas folhas do Pai Carvalho e acorda de sua meditação com a meio-elfa o observando. Ela seguiu um rastro com o canto dos olhos, algo que lhe escapava a visão direta e acabou encontrando com Feralas meditando.

Com o sol, puderam observar no fundo de um dos poços um encanamento levando a uma abertura alagada. Sem ter como descer, Ander envia Edgar para vigiar os arredores e acabam encontrando batedores orcs indo em direção ao Poço.

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